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domingo, 28 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Você dá a devida atenção aos riscos quando investe em ações?
Quando analisamos uma empresa que pode vir a ser um novo investimento, tendemos a nos concentrar além do que deveríamos nas oportunidades de crescimento futuro para a cia. em questão. Isso acaba ofuscando o nosso olhar, pois passamos a não dar a devida atenção aos riscos potenciais que a empresa pode enfrentar e que podem comprometer a sua performance.
Creio que é da natureza humana supervalorizar os pontos positivos e as potencialidades de mercado existentes para uma empresa, assim como a subavaliar os riscos que podem ameaçar o desempenho do negócio. O ser humano tem dificuldade em lidar com riscos e problemas em potencial, porque eles geram emoções negativas e medos que o nosso cérebro está programado para tentar evitar.
Quando vou avaliar uma empresa, tento equilibrar os pontos positivos-oportunidades de crescimento com os riscos. Darei o exemplo de uma empresa que comecei a analisar há alguns dias, o Paraná Banco.
Lendo os relatórios da administração do Banco e estudando um pouco da dinâmica de funcionamento do segmento de Bancos Pequenos e Médios (BPM), destaco os seguintes pontos positivos e oportunidades em se investir nas ações do Paraná:
-atuação no mercado de seguros e resseguros - especificamente, ele opera em um nicho em seguros para projetos de infra-estrutura onde possui liderança de mercado e grande know-how;
-forte presença no segmento de crédito ao consumidor, especialmente crédito consignado;
-como o crédito corporativo voltado a pequenas e médias empresas possui uma participação ainda pequena na carteira de crédito total do banco e existe um grande potencial de crescimento nos próximos anos para o crédito corporativo no país, o Paraná deseja crescer rapidamente neste mercado. Uma amostra disso é a informação que consta no relatório da administração do ano de 2009 em que a instituição informa que contratou 15 pessoas para trabalhar na sua área de crédito corporativo.
-agilidade na execução das suas operações.
Agora, falemos de riscos em potenciais que podem limitar o crescimento do Paraná:
-o mercado de crédito direto ao consumidor está cada dia mais competitivo com a atuação agressiva de grandes bancos, como Banco do Brasil, Bradesco e Itaú-Unibanco;
-novamente a concorrência crescente com os grandes bancos em crédito corporativo a pequenas e médias empresas, assim como no mercado de seguros é um desafio aos BPM;
-instituições de grande porte possuem uma capacidade e um custo de captação de recursos que os BPM nem de longe têm;
-os grandes bancos estão operando cada vez mais em nichos tradicionalmente trabalhados pelos BPM;
-O Paraná faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da Bovespa. Poderia ter uma governança melhor, estando no Novo Mercado.
Nossas decisões de investimento devem ser conduzidas o máximo possível de maneira racional. Deveriam ser 100% racionais, porém me parece impossível nos desvencilharmos totalmente da influência das nossas emoções.
Então, para que as nossas análises e decisões sejam conduzidas da forma mais racional possível, é importante o investidor ter um método de investimento que defina critérios de investimento e desinvestimento, bem como objetivos de resultado.
Assim, teremos um entendimento apropriado das oportunidades e riscos de uma empresa e estaremos preparados para tomar uma decisão de investimento com segurança.
Ao avaliar uma empresa, não esqueça de se perguntar várias vezes "Estou dando a devida atenção aos riscos?".
Creio que é da natureza humana supervalorizar os pontos positivos e as potencialidades de mercado existentes para uma empresa, assim como a subavaliar os riscos que podem ameaçar o desempenho do negócio. O ser humano tem dificuldade em lidar com riscos e problemas em potencial, porque eles geram emoções negativas e medos que o nosso cérebro está programado para tentar evitar.
Quando vou avaliar uma empresa, tento equilibrar os pontos positivos-oportunidades de crescimento com os riscos. Darei o exemplo de uma empresa que comecei a analisar há alguns dias, o Paraná Banco.
Lendo os relatórios da administração do Banco e estudando um pouco da dinâmica de funcionamento do segmento de Bancos Pequenos e Médios (BPM), destaco os seguintes pontos positivos e oportunidades em se investir nas ações do Paraná:
-atuação no mercado de seguros e resseguros - especificamente, ele opera em um nicho em seguros para projetos de infra-estrutura onde possui liderança de mercado e grande know-how;
-forte presença no segmento de crédito ao consumidor, especialmente crédito consignado;
-como o crédito corporativo voltado a pequenas e médias empresas possui uma participação ainda pequena na carteira de crédito total do banco e existe um grande potencial de crescimento nos próximos anos para o crédito corporativo no país, o Paraná deseja crescer rapidamente neste mercado. Uma amostra disso é a informação que consta no relatório da administração do ano de 2009 em que a instituição informa que contratou 15 pessoas para trabalhar na sua área de crédito corporativo.
-agilidade na execução das suas operações.
Agora, falemos de riscos em potenciais que podem limitar o crescimento do Paraná:
-o mercado de crédito direto ao consumidor está cada dia mais competitivo com a atuação agressiva de grandes bancos, como Banco do Brasil, Bradesco e Itaú-Unibanco;
-novamente a concorrência crescente com os grandes bancos em crédito corporativo a pequenas e médias empresas, assim como no mercado de seguros é um desafio aos BPM;
-instituições de grande porte possuem uma capacidade e um custo de captação de recursos que os BPM nem de longe têm;
-os grandes bancos estão operando cada vez mais em nichos tradicionalmente trabalhados pelos BPM;
-O Paraná faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da Bovespa. Poderia ter uma governança melhor, estando no Novo Mercado.
Nossas decisões de investimento devem ser conduzidas o máximo possível de maneira racional. Deveriam ser 100% racionais, porém me parece impossível nos desvencilharmos totalmente da influência das nossas emoções.
Então, para que as nossas análises e decisões sejam conduzidas da forma mais racional possível, é importante o investidor ter um método de investimento que defina critérios de investimento e desinvestimento, bem como objetivos de resultado.
Assim, teremos um entendimento apropriado das oportunidades e riscos de uma empresa e estaremos preparados para tomar uma decisão de investimento com segurança.
Ao avaliar uma empresa, não esqueça de se perguntar várias vezes "Estou dando a devida atenção aos riscos?".
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Ainda há ações baratas na Bolsa - Perspectivas positivas para as empresas e a economia brasileira no longo prazo
A grande maioria das ações das gigantes que compõe o Ibovespa, assim como boa parte das empresas de médio e pequeno porte, estão superavaliadas e creio que muitas delas poderão passar por uma correção de preços em breve, com quedas que aproximem o preço de suas ações do valor justo.
Existem ainda algumas ótimas oportunidades de empresas excelentes de médio e pequeno porte cujas as ações estão subavaliadas. Se no auge da crise, último trimestre de 2008 e primeiro de 2009, havia uma quantidade grande de empresas excelentes negociadas a preço de banana, hoje o investidor precisa ser ainda mais rigoroso e seletivo nas suas análises para identificar as ótimas oportunidades.
Como falei no post anterior, no curto prazo, o cenário para a Bolsa tende a ser volátil. Sou da opinião que o investidor em ações deve usar ativamente ordens de stop loss. Eu, por exemplo, daqui para frente venderei aquelas ações que caírem 10%. Quanto antes cortamos as perdas, melhor.
Porém no longo prazo (acima de 3 anos), as perspectivas são bastantes positivas para a economia brasileira e, principalmente, para muitas empresas com atuação voltada ao mercado interno e a projetos de infra-estrutura.
Acredito que os próximos 5 a 10 anos poderão estar entre os melhores períodos para investimentos em ações da nossa história, porque somos um país a ser construído, que está apenas no começo do seu desenvolvimento. Algumas tendências que poderão impactar positivamente os investimentos em ações neste período:
-crescimento acelerado e inclusão da Classe C ao mercado consumidor brasileiro;
-continuidade do aumento do poder de compra da Classe C e da classe B com a manutenção da inflação sob controle e dos reajustes do salário acima desta;
-o rápido crescimento do crédito, tanto habitacional como corporativo (especialmente para empresas de pequeno e médio portes);
-investimentos públicos e privados em infra-estrutura que visam preparar o país para a Copa do Mundo e as Olimpíadas;
-uma inclusão digital cada vez maior da população - o processo de universalização do acesso a internet em curso poderá se concretizar muito antes do que imaginamos.
Quem investir em ações com horizonte de longo prazo poderá ter muitas alegrias!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Bolsa volátil no curto prazo
No curto prazo (considero de 1 a 1 ano e meio daqui para frente), acho que a Bolsa estará bem volátil, pelos seguintes motivos:
-problemas macroeconômicos em algumas economias que estão em recessão e com um endividamento público elevado, como Espanha, Itália e Grécia;
-a economia dos EUA continuará em lento processo de recuperação. Embora o paciente não mais esteja na UTI respirando por aparelhos, ele continua em tratamento na Semi-UTI. Inclusive, o Governo Obama tem dado sinais de que suspenderá ao longo do ano os incentivos e investimentos públicos a economia;
-a tendência de maior regulamentação do mercado financeiro pelo Governo dos EUA pode ser outro fator de instabilidade;
-mudanças no câmbio, a evolução da inflação e possíveis restrições ao crédito na China também são ameaças.
Mas embora a Bolsa tenda a estar bastante volátil no curto prazo, não acredito em quedas acentuadas de mais de 40% como vimos no final de 2008 e início de 2009. A maioria dos analistas projeta Ibovespa em alta este ano e para eles se as quedas ocorrerem serão por volta de 15 a 20%.
Você também acha que a Bolsa estará volátil no curto prazo? Quais outros motivos poderiam impactá-la na sua opinião?
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Algumas Conclusões do Congresso INI
O Congresso do INI foi espetacular.
A mensagem que fica do evento é que o Brasil deixou de ser o país do futuro e hoje é o país do presente.
Estamos em franco desenvolvimento econômico e esta é uma tendência que tudo indica que continuará pelos próximos anos.
Alguns exemplos desta realidade:
1) o crédito cresce rapidamente e já representa 45% do PIB. Porém, ainda engatinhamos ao nos compararmos com os países do G7 cuja relação crédito/PIB é de 120%.
2) O número de pessoas físicas que investem diretamente na Bolsa (por meio do Homebroker ou ordens de compra ou venda feitas por telefone) não chega a 600 mil. A meta da BM&FBOVESPA é chegarmos a 5 milhões de investidores até 2015. Tal aumento se dará graças a manutenção do controle da inflação; a continuidade da queda dos juros que reduzirá o retorno dos investimentos conservadores e incentivará as pessoas a migrarem para a renda variável; e os projetos e ações das instituições do mercado financeiro e dos governos de promoção da educação financeira dos brasileiros.
3) Por fim, o empreendedorismo e o desenvolvimento dos negócios no país tendem a ser impulsionados com o acesso cada vez mais facilitado ao crédito corporativo e ao mercado de capitais. Em relação ao mercado de capitais, já observamos um movimento forte de retomada dos IPOs e das ofertas secundárias. A partir do próximo ano, as emissões de companhias de médido porte crescerão rapidamente. A expectativa é que várias aberturas de capital no segmento BOVESPA MAIS aconteçam nos próximos anos.
Temos vários desafios a serem superados, como os problemas de infraestrutura e a baixa qualidade dos gastos públicos, porém a força do desenvolvimento econômico em curso é superior a tais problemas.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Congresso de Investimentos em Ações
Pessoal,
Abraços,
Dudu
Amanhã, participarei do I Congresso do Instituto Nacional de Investidores (INI) no Rio de Janeiro. Assistirei a palestras, mesas redondas, wokshops e painéis com importantes profissionais do mercado de capitais e executivos de grandes empresas com ações negociadas na Bolsa. Serão abordados temas interessantes nas palestras, mesas redondas etc, tais como "O Mercado de Ações Brasileiro: Como Atingir 5 Milhões de Investidores até 2014?"; “Perspectivas para o mercado de ações Brasileiro 2010 a 2014”; “Riscos e Oportunidades na evolução do crédito no Brasil. Expectativa para os próximos anos”; Finanças Comportamentais - “Por que as pessoas são impacientes com o lucro e tolerantes com o prejuízo – Aprenda a se descobrir como Investidor!”.
Participam do evento mais de 200 pessoas que são gestores de clubes de investimentos, investidores individuais em ações e profissionais do mercado de capitais. Para mais detalhes sobre o evento, acessem: http://www.ini.org.br/congressoini/ .
Vou de ônibus hoje à noite para o RJ. Encararei 6 longas horas de viagem para ir e mais 6 para voltar! Porém, tenho certeza que valerá super à pena!
Abraços,
Dudu
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Alguns Pensamentos sobre Bolsa de Valores e Investimentos em Ações
Pessoal,
Com este post, divido com vocês algumas opiniões pessoais sobre investimentos em ações e a dinâmica do mercado acionário.
Um Abraço,
Dudu
Com este post, divido com vocês algumas opiniões pessoais sobre investimentos em ações e a dinâmica do mercado acionário.
Um Abraço,
Dudu
1. É uma certeza que as crises na bolsa ocorrerão periodicamente. A bolsa tende a acompanhar a dinâmica cíclica de crise e prosperidade do capitalismo, como também outras irracionalidades humanas não diretamente relacionadas à economia (crises sociais e políticas). Assim como as crises acontecerão, é uma certeza que elas vão passar e, desta forma, uma nova época de crescimento se inicia. Nos últimos 20 anos tivemos crises e recessões econômicas nacionais e estrangeiras que abalaram sensivelmente as Bolsas em todo o mundo em intervalos a cada 3, 4 ou 5 anos. Por isso que investir em ações abaixo de uma prazo de 3 anos é arriscado.
Adoto a classificação abaixo para o tempo em investimentos.
Curtíssimo prazo: até 1 ano
Curto prazo: acima de 1 ano e até 3 anos
Médio prazo: acima de 3 anos e até 5 anos
Longo prazo: acima de 5 anos
Ações devem ser um investimento de no mínimo médio prazo.
2.O mercado de ações não é sempre eficiente no curto prazo, como ensina a teoria de finanças. Ele é quase sempre eficiente. No longo prazo, o mercado tende a ser sempre eficiente. Podemos pensar no mercado de ações como sendo uma pessoa que tem um comportamento esquizofrênico: alterna momentos de extrema euforia, acreditando que o tempo das vacas gordas durará para sempre, e outros de profundo pessimismo, apenas enxergando coisas ruins e não acreditando em quaisquer possibilidades de melhora. Cabe a nós aprendermos a lidar com o "sr. Mercado", aproveitando as boas oportunidades que ele nos oferece e não nos deixando influenciar pelo seu comportamente. Seguir o comportamento do mercado pode ser muito perigoso.
3. As crises devem ser vistas como grandes oportunidades para a compra de ações com grande desconto em seu preço, pois, na média, os seus preços caem. Umas ações sofrem mais, tendo quedas acentuadas (blue chips), e outras menos com quedas menores (middle e small caps). Adquirir ações em momentos de crise é como comprarmos aquela roupa de marca que tanto desejamos com um grande desconto nas liquidações de início de ano. Para quem tem ações, nunca vendê-las durante uma crise. Uma decisão de venda deve ser tomada somente em caso de problemas com a empresa (ou seja, deterioração dos seus fundamentos) ou quando atingimos o retorno planejado para o nosso investimento.
4. Investimento em ações é uma das áreas da vida que devemos separar razão de emoção. Se quisermos ser bem sucedidos, precisamos ser totalmente racionais e analíticos. É muito importante cada um de nós se auto-conhecer, isto é, sabermos como nos sentimos e nos comportamos ao vermos o nosso dinheiro, em poucos dias, semanas ou meses, perder 10, 20, 30, 50, 60% do seu valor. Se vc não aguenta ver isso acontecer e se desespera, vc deve investir aos poucos em ações e quem sabe nem mesmo entrar no mercado. É uma certeza que em vários momentos veremos nossas ações caírem, porque as crises acontecerão.
5. Ter muito cuidado com e desconfiar de dicas, conselhos e recomendações. Existe muita boataria no mercado e pouquíssimos são os investidores, os profissionais e as instituições financeiras cujas opiniões merecem ser consideradas.
6.Para aprender sobre o mercado de ações a prática é necessária: devemos analisar e acompanhar não só as empresas que investimos como também outras companhias que podem vir a integrar a nossa carteira futuramente. Algumas leituras, escolhidas a dedo, são também importantes fontes de aprendizado.
7.Termos certeza absoluta que cometeremos erros ao longo da nossa trajetória como investidores. Não existe investidor infalível no mercado. Os investidores bem sucedidos erram e erram muito! Então, o que os faz terem sucesso em seus investimentos? Acertar mais do que errar. A pequena diferença entre acertar mais do que errar resulta em excelentes retornos.
8. Nunca teremos 100% de certeza sobre qualquer coisa no mercado de ações. As nossas análises e estudos das empresas nos dão subsídios para tomarmos decisões com um bom nível de segurança e confiança.
9. O risco tem relação direta com o conhecimento. Ou seja, o risco de um investimento é menor quanto mais conhecimento temos da empresa e do seu segmento econômico de atuação, vice-versa.
10. Empresas têm pontos fortes e pontos fracos. O que determina se compramos ou não suas ações é o nosso entendimento sobre a existência de pontos fortes que compensem em muito as suas fraquezas, proporcionando o seu crescimento no médio e longo prazos.
11. Independente do momento que a bolsa se encontra (em uma fase de valorização, de crise ou no início de um processo de recuperação ou de crise), quase sempre existirão empresas cujas ações estarão subavaliadas.
12. O desempenho dos negócios de grande parte das empresas com ações negociadas na bolsa depende totalmente ou quase totalmente do mercado interno. Assim, devemos dar atenção à conjuntura econômica brasileira, analisando indicadores de investimento em produção, emprego, renda, consumo, produção industrial, inflação, taxa de juros etc.
13. O preço que pagamos por uma ação é um ponto importantíssimo. Se pagarmos além ou muito além do valor justo pelas ações de uma companhia, existe uma tendência de diminuirmos nosso retorno e de aumentarmos as chances de prejuízo financeiro, pois fortes valorizações nas ações, que não sejam justificadas por um grande crescimento dos negócios (sendo, portanto, artificiais e decorrentes das irracionalidades do mercado), podem ser eliminadas a qualquer momento por uma correção nos preços. A nossa meta sempre deve ser a compra de ações de empresas excelentes (pelos critérios de análise fundamentalista) a preços abaixo do que realmente elas valem ou no mínimo por um preço justo.
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